“Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura não começaria com letras e as sílabas. Simplesmente leria as histórias mais fascinantes que a faria entrar no mundo encantado da fantasia.Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela quereria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em histórias.”



Rubem Alves



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Olá eu sou a Ana Amélia, Licenciada em Pedagogia Plena e em Educação Física pela Universidade Federal de Brasília, Especialista em Metodologia do Ensino Fundamental pela Universidade Federal de Goiás e especializanda em Planejamento Gestão e Implementação de Educação à Distancia, moro em Barretos, Amo Minha Vida, Meu Filho, Meus Pais, Minha Família, Meu Trabalho e Meus Maravilhosos Amigos.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Nomes Próprios

Nomes Próprios


Alfabetização e Letramento



Faixa Etária

4 a 5 anos



Conteúdo

Linguagem Oral e Escrita



Introdução

A importância de enfatizar o conhecimento do nome próprio diante da alfabetização, criando relações com o nome dos colegas de classe e outros objetos que possam ser significativos para a criança

Objetivos

- Diferenciar letras e desenhos;

- Diferenciar letras e números;

- Diferenciar letras, umas das outras;

- A quantidade de letras usadas para escrever cada nome;

- Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;

- Orientação da escrita: da esquerda para a direita;

- Que se escreve para resolver alguns problemas práticos;

- O nome das letras;

- Um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala);

- Habilidades grafo-motoras;

- Uma fonte de consulta para escrever outras palavras.







Material

- Folhas de papel sulfite com os nomes das crianças da classe impressos

- Etiquetas de cartolina de 10cm x 6cm (para os crachás)



Desenvolvimento

1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. Alguns exemplos: Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que as crianças distribuam tentando ler os nomes). Lista de chamada da classe. Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc.



2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos.



3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material da criança, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft.



4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc



5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.





Avaliação

É importante observar e registrar os avanços das crianças na aquisição do próprio nome e no reconhecimento dos outros nomes. Tratando-se de uma informação social - a escrita dos nomes -, é preciso observar se as crianças fazem uso dessa informação para escrever outras palavras. A escrita dos nomes é uma informação social, porque é uma aprendizagem não escolar. Dependendo da classe social de origem da criança, ele já entra na escola com este conhecimento: como se escreve o próprio nome e quais as situações sociais em que se usa a escrita do nome. Para crianças que não tiveram acesso a essa informação a escola deve cumprir esse papel.



Registros

O Registro poderá ser realizado em forma de planilha, ou relatórios individuais.

1. Nome da criança

2. Escreve sem modelo?

3. Usa grafias convencionais?

4. Utiliza a ordem das letras?

5. Conhece os nomes das letras?

6. Reconhece outros nomes da classe?

7. Escreve outros nomes sem modelo?

8. Utiliza as letras convencionais na escrita dos nomes?

9. Utiliza o conhecimento sobre os nomes para escrever outras palavras?



Observação: A partir do registro na planilha acima é possível ter uma visão das necessidades de investimento com cada criança e também das necessidades coletivas de trabalho com a classe.



Conclusão

Ao final das atividades, a criança deve:



- Reconhecer as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula (chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc.

- Identificar a escrita do próprio nome.

- Escrever com e sem modelo o próprio nome.

- Ampliar o repertório de conhecimento de letras.

- Interpretar as escritas dos nomes dos colegas da turma.

- Utilizar o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem da letras e interpretação de escritas.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

“Aspectos metodológicos para o trabalho com a dança, os jogos, as brincadeiras, as fantasias e a contação de historias”

Acredito que a efetivação do desenvolvimento motor humano integral é proveniente de vários fatores como alimentação adequada, genética, conceitos familiares e também a oferta de experiências promotoras de atividades motoras com qualidade e objetivos fundamentas e embasadas em teorias apropriadas para o desenvolvimento motor humano.


Penso ainda que a linguagem corporal e artística se faça importante no desenvolvimento humano que é um processo contínuo, que se inicia desde a geração até o eventual falecimento, porém é importante salientar que o período do nascimento até os seis anos, são realmente fundamentais para o efetivo desenvolvimento psicomotor do indivíduo e que seu padrão estará maduro de maneira geral por volta dos vinte anos, diante dessas informações observamos que a aptidão física relacionada à saúde seria a competência física e psicomotora no desenvolvimento das atividades propostas, sejam elas esportivas, recreativas e ou diárias.

Verificando a importância da linguagem corporal e artística na composição da autoimagem na vida dos seres humanos, fica evidente que o conhecimento integral do conjunto de dados que especifica o desenvolvimento humano diante das propostas que podem e devem ser incentivadas na práxis pedagógica, no ambiente escolar.

Sendo assim neste ínterim iremos averiguar o trabalho com a dança, os jogos, as brincadeiras, as fantasias e a contação de historias e os benefícios dos mesmos diante de um caráter pedagógico e didático, como já foi explanado no texto com o qual, aliás, concordo plenamente diante de seu conteúdo na concepção da formação da autoimagem da criança e do adolescente.

A Dança traz para a criança a possibilidade do desenvolvimento do domínio corporal, desenvolvendo e aprimorando suas possibilidades de movimentação, descobrindo novos espaços, novas formas, superando limites, a dança na escola deve ter o papel de despertar no aluno uma relação concreta sujeito-mundo, sendo assim a dança contribui no processo de educação e formação da criança.

Os Jogos podem e devem ser tratados como um recurso pedagógico valiosíssimo para uma ação eficaz no processo de ensino – aprendizagem, durante os jogos as crianças vivenciam de forma intensa e lúdica as relações e interações reais, o jogo se torna responsável também pelo desenvolvimento psicomotor e social da criança, ofertando a aprendizagem do trabalho cooperativo, em grupo, divisão de tarefas, obediência às regras, desenvolvimento cognitivo, raciocínio lógico,

As Brincadeiras fazem com que as crianças libertem o seu imaginário, porém é importante lembrar, que as brincadeiras devem ser considerados momentos livres, onde a criança age e se expressa livremente, tendo fim em si mesma, não objetivando um fim, o professor deve aproveitar o momento da brincadeira para poder avaliar o comportamento das crianças diante das problemáticas criadas por ela mesma e pelo grupo, intervindo o mínimo possível.

As Fantasias levam os educandos a experimentar as emoções, a “treinar” posturas, a nos identificar com personagens e situações, a sonhar coisas melhores do que temos e a perceber que tudo também poderia ser pio,vivemos em um mundo marcado pelo lazer passivo da televisão as fantasias agem como um passaporte livre para o mundo da criança e para todos os processos formativos típicos da idade; a formação da personalidade, a construção de regras e valores, o desenvolvimento cognitivo, motor e sócio-emocional. O papel da escola não é o de inventar histórias, nem tornar obrigatório um prazer tão natural. Ao contrário, nosso papel é mergulhar no fundo da fantasia, junto com as crianças construindo permanentemente paralelos com a vida de cada um.

A Contação de Histórias contar histórias é uma arte que deve ser considerada como relevante no ambiente escolar, pois é diante do conto inserido mundo infantil que as crianças partem de uma situação real e concreta, para uma vivencia de emoções significativas. Neste gênero aparecem seres encantados e elementos mágicos pertencentes a um mundo imaginário que todas as crianças se encantam. Por meio de linguagem simbólica dos contos, a criança vem a construir uma ponte de significação do mundo exterior para seu mundo interior, aprendendo valores, refletindo sobre suas ações, desenvolvendo seu senso critico, sua criatividade, sua expressão e linguagem

A Educação diante da Linguagem Corporal e Artística agiria então como uma referencia para as questões que permeiam a educação de nossos tempos, apresentando novos olhares para o ser humano, mostrando o quanto ele pode criar, expressar, aprender, socializar e cooperar, se desenvolvendo de forma integrada e integral.